19 fevereiro 2014

Sobre o Castigo

doutora

Assistindo a Ana Maria Braga, vi uma matéria que me chamou atenção, falava sobre a forma de como educar seus filhos, se o castigo ajudava na hora do NÃO, e hoje novamente as mamães dos grupos que faço parte também falavam sobre essa matéria.

Castiga-mas-não-bate
Psiquiatra Ana Beatriz Barbosa (autora de livros maravilhosos como “mentes perigosas”), em um programa matinal da TV aberta, falando sobre castigos:
"A questão do castigo não é o tempo, mas você estabelecer o castigo e cumprir. Os pais não podem voltar atrás! O melhor prazo é de 72 horas", explicou a especialista. Laura Caie, farmacêutica, perguntou à Ana Beatriz o que os pais devem fazer quando o castigo não é suficiente. "Não existe o castigo não resolver, existe não ser o castigo certo. Se você conhece acriança e vai poder tirar aquilo que vai fazer falta", aconselha a psiquiatra.
Na mesma matéria, a especialista afirma: "Quando há intenção de machucar, vira maus-tratos, ou até tortura, como nesse caso que foi exibido. Para mim é tortura porque a criança é incapaz de sair dessa situação".
fonte: http://goo.gl/qgr1S9

Minha opinião é este é um assunto muito delicado, viemos de uma sociedade que era espancada pelos pais (eu apanhei de meus pais), mas que lutamos para não criar nossos filhos da mesma forma (primeiro por ser desnecessário, e segundo por ser crime), mas existe uma coisa que as pessoas não entendem: O Bebê é um outro ser humano, que tem opinião própria, eu estou aprendendo as duras penas com a minha filha que ela tem gostos diferente dos meus, que se faz algo que lhe apetece, ela faz, com ou sem consentimento, então pedi ajuda a uma psicóloga de família para ajudar a criar minha filha, fui para ME ENTENDER COMO MÃE, para depois fazer minha pimentinha se entender como filha (mesmo sendo um bebê de 1 ano e 8 meses, crianças tem uma capacidade extraordinária em aprender tudo que falamos, ela só não sabem entender as palavras complexas (isso fica para outra oportunidade).

Bater não é um remédio, eu já perdi a cabeça com a Mariana e sei que se batesse nela naquela hora, ela não iria entender o porque apanhou, então gritei, mas GRITAR também não é solução, assim teremos uma criança histérica em casa.

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